Bom, nos primeiros dias ficamos nos arredores do hotel. Só na quinta é que pegamos os carros e fizemos a mudança para os apês onde vamos morar.

Falando por cima, o que dá para dizer de Haifa:

- O clima está quente para fim de outuno. Faz uns 28 graus durante o dia e uns 22 durante a noite. O ar é extremamente seco (nariz em frangalhos por 1 semana, agora já está mais ou menos).

- A água não chega a ser salobra, mas é bem “carregada” de minerais. Se não me engano de chama isso de “água pesada”. Na real, o cara toma banho ou lava o rosto e a pele fica meio ressecada.

- Sede, muita sede. O cara fica tomando água o dia inteiro e vai no banheiro umas 3 vezes por dia. Indispnesável andar com uma garrafa d’água sempre na mochila.

- A cidade é mais ou menos assim: tem a parte baixa (beira do mar) e vários morros. Em cima do morro é a parte alta. No morro em si não tem quase nada (exceto o ba-hai gardens, o jardim bonito que aparece nas fotos).

- O café da manhã aqui é uma coisa meio bizarra na primeira impressão. No hotel, além dos clássicos pães, bolos e frios, tem salada (pepino, tomate, alface, etc) e peixe (atum em conserva e fresco). Laticínios aqui são bem fortes também (queijos de vários tipos, iogurtes daqueles com nacos de fruta dentro, etc).

- Aquela história de que todas as placas em hebraico têm tradução para inglês embaixo não é bem assim. As principais placas de trânsito sim, mas tem várias que estão só em hebraico e fachadas e placas em geral é só em hebraico mesmo. O quadro da dor é o supermercado, onde praticamente todos os rótulos estão só em hebraico e quase ninguém fala inglês. Na rua já é mais fácil achar alguém que fale inglês. Ou seja, tem horas que eu me sinto um analfabeto aqui. Fazendo um esforço até dá para decodificar a palavra em hebraico, mas ainda falta vocabulário para saber o que significa.

Cansei de escrever. Mais notícias em breve.

Abraços,
Bruno

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